sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

MODALIDADES DE APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS - IV SEMINÁRIO PRECONCEITO NA FALA, PRECONCEITO NA COR

MODALIDADES DE APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS:

PAINÉIS:
 
  • Painéis de  1m por 80cm, que mostrarão uma síntese do trabalho para ser discutida com o público.
  • Esta modalidade é aberta a todos os interessados. Trabalhos de graduação devem obrigatoriamente ser apresentados nesse formato.
  • As inscrições devem ser feitas on-line com o envio do resumo. Para acessar a ficha de inscrição. SIGA INSTRUÇÕES NO LOCAL INDICADO.

COMUNICAÇÕES:
 
  • Exposições orais de 15 minutos, apresentando pesquisas concluídas ou em desenvolvimento. Em cada sessão, ao final de quatro exposições, serão destinados 30 minutos para a discussão dos temas abordados.
  • Esta modalidade é destinada a professores, pesquisadores pós-graduados e estudantes de Mestrado, Doutorado ou Especialização.
  • As inscrições devem ser feitas on-line com o envio do resumo. Para acessar a ficha de inscrição, siga instruções no local indicado.
 
MESAS-REDONDAS:
 
  • Os componentes das mesas-redondas serão contatados, posteriormente, pelo coordenador de cada mesa, para indicações sobre o envio dos resumos dos seus trabalhos.

Minicursos - IV SEMINÁRIO PRECONCEITO NA FALA, PRECONCEITO NA COR

Minicursos

Atenção:
-Os minicursos terão duração total de 4h.
-Serão fornecidos certificados aos participantes que obtiverem frequência igual ou superior a 75%.

Propostas/ementa:
Deverão ser enviadas pelos professores que desejarem atuar como ministrantes. Deverá seguir as normas de resumos, incluindo número máximo de inscritos.

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Minicursos oferecidos:


1.Mídia, estudos críticos do discurso e racismo

 Lívia M.T. Rádis Baptista (DLE/PPGL-DLV/UFC)

Ementa: Questões relacionadas com a produção e legitimação de sentidos em uma sociedade têm sido alvo de diferentes análises discursivas. Os estudos críticos do discurso e, particularmente, o postulado por Teun van Dijk (2000, 2003, 2008) problematizam a produção, compreensão e difusão do discurso na sociedade contemporânea. Propõe-se, assim, uma análise sócio-cognitiva do discurso. Neste minicurso interessará, a partir dos princípios e conceitos teóricos dos Estudos Críticos dos Discursos (ECD), acordes com Teun van Dijk aprofundar a reflexão da relação entre práticas discursivas e sociais e cognição no que tange ao racismo manifesto nas diferentes interações em que participamos como sujeitos. De modo análogo, interessará
aplicar esses conceitos e princípios a corpora pertencentes a práticas discursivas diversas, tendo como eixo a relação mídia, sociedade, discurso e elaborar propostas de micro-análises. Desse modo, assume-se que certas identidades étnicas e profissionais são representadas, por modelos estanques e reducionistas de comportamento, hábitos, crenças e valores. Esses modelos, por sua vez, são permeados por um sistema de classificação hegemônico que nulifica as especificidades culturais dos subgrupos e das subculturas plurais constituintes das diferentes identidades grupais. Sendo assim, a mídia, a internet e o espaço institucional de formação de professores, são um campo de pesquisa privilegiado para a compreensão e a decodificação dos significados e dos papeis sociais atribuídos aos sujeitos e conformadores de suas práticas e identidades, permeados por construções de representações ideológica e cognitivamente condicionadas. A mídia bem como da instituição formadora, por sua vez, podem condicionar a difusão e a legitimação de determinadas identidades de grupo e podem, de certa maneira, sustentar práticas discriminatórias, ou ainda, reforçar modelos, valores e hábitos mais ou menos validados, fomentando relações de poder ou de abuso de poder.
Em síntese, a desnaturalização das construções sociais, como são as representações, podem nos levar a uma maior inteligibilidade acerca dos modelos padronizados de comportamento, hábitos, valores e crenças associados a identidades de grupo.

Número de inscritos: 20




Lançamentos de livros - IV SEMINÁRIO PRECONCEITO NA FALA, PRECONCEITO NA COR

Lançamentos

Os interessados em participar da seção de lançamentos de livros que ocorrerá durante o Seminário, deverão enviar um e-mail para preconceitolancamentos@bol.com.br até o dia 30/04/2012, encaminhando a capa escaneada do livro, o título, os autores e os dados da ficha catalográfica (incluindo ISBN).

HOSPEDAGEM - IV SEMINARIO PRECONCEITO NA FALA, PRECONCEITO NA COR

Solicite a secretaria executiva:

domingo, 22 de janeiro de 2012

Professora da PUC-SP; defende ações afirmativas, afirma que Brasil tem racismo historicamente instaurado e diz que livros didáticos deveriam ter avisos sobre “deformações da vida social e política”

Entrevista | Fúlvia Maria de Barros Mott Rosemberg
Professora da PUC-SP; defende ações afirmativas, afirma que Brasil tem racismo historicamente instaurado e diz que livros didáticos deveriam ter avisos sobre “deformações da vida social e política”
Psicóloga e escritora, Fúlvia Rosemberg é uma das maiores autoridades do País nos estudos sobre ações afirmativas e educação infantil. Pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas (FCC) e professora titular em Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ela também é coordenadora do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford no Brasil. É dessa última atividade que ela fala com prazer em um dos trechos desta entrevista, ao citar o exemplo de Maria das Dores Oliveira Pankararu, que se tornou a primeira indígena brasileira a concluir um doutorado.
Está no âmbito das ações afirmativas o maior foco de atuação da professora, que iniciou seu trabalho voltado para questões da infância e da literatura infanto-juvenil – é uma crítica do sexismo nas obras do gênero e não poupa o trabalho de Monteiro Lobato. “Expressões como ‘macacaâ’, que ele usava nos textos para se referir a Tia Nastácia, por exemplo, não seriam jamais aceitas hoje em dia.”
A professora rechaça o entendimento do termo “cotas” para a discussão das medidas tomadas para inserção de excluídos em diversos âmbitos da sociedade, como a universidade. Corrigindo o rumo dos questionamentos, introduz a expressão “ações afirmativas”, que engloba um conjunto de mecanismos, inclusive o das próprias cotas raciais – a pesquisadora considera que cotas sociais (por renda) não são suficientes em uma sociedade como a brasileira em que, argumenta, o racismo é “institucional”. Fúlvia Rosemberg concedeu entrevista ao Jornal Opção logo após participar de mesa-redonda no 2º Simpósio de Ciências Sociais promovido pela Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Federal de Goiás. 

domingo, 15 de janeiro de 2012

Bambuí nas Trilhas da Picada de Goiás

Bambuí nas Trilhas da Picada de Goiás
Este livro conta a História de Bambuí, de suas irmãs Tapiraí e Medeiros e de toda a região. Trabalho minucioso e ousado, apesar do típico comedimento mineiro,  de que é dotado o seu cuidadoso autor, LINDIOMAR J. SILVA, que é professor de História com pós-graduação em História do Brasil pela PUC-MG e bancário aposentado. Baseado em fontes primárias (documentos manuscritos), deixou para trás a mera repetição bibliográfica e jogou um facho de luz sobre fatos, personagens e acontecimentos históricos de sua terra. Por tudo isto, recomendamos a leitura deste precioso livro. Você pode adquirir um exemplar diretamente com o autor:
e-mail -  lindiomarjsilva@hotmail.com
Fone: 37 9969-1074
Confira em
http://www.mgquilombo.com.br/site/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Racismo em Salvador resulta em algemas


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A agressora foi flagrada por uma delegada, que também estava na fila do estabelecer. ·