FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
21 a 24 de outubro de 2010
CONVITE
Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo Jesus. Estamos por celebrar a Festa de Nossa Senhora do Rosário, excelsa padroeira da IRMANDADE DOS HOMENS PRETOS. A Festa da padroeira trás sempre espírito novo para nossas famílias e para a comunidade cristã em geral. Incentiva-nos a vivenciamos o amor, a unidade, a comunhão, o ser Igreja, e ainda manter viva a fé e a cultura do povo. Com toda certeza é momento privilegiado para mais uma vez confirmarmos a nossa fé em Deus e a nossa adesão á mensagem de seu Filho. “ Ser cristão não é uma carga, mas um dom” (DA 28) .
Temos muitos motivos para rendermos graças a Deus: celebramos o Ano Catequético, aos 325 ANOS DA IRMANDADE DOS HOMENS PRETOS EOS 111 ANOS DE VEVERÁVEL ORDEM TERCEIRA. Por isso, desde já, convidamos a todos os devotos de Nossa Senhora a celebrarem com espírito de paz, fraternidade, participação e comunhão a festa deste ano de 2010.
Tema Central: 325 anos de Rosário dos Pretos
Nos dias 21, 22 e 25 de outubro haverá o Tríduo Preparatório para festa com Celebração Eucarística ás 18h na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, com os sub-temas:
Maria nos Ensina a Respeitar a Fé dos Outros.
Maria Representante do Feminino no Tempo Atual.
O Rosário de Maria, Patrimônio da Fé Católica.
DIA 24/10 – DOMINGO-10 HORAS – MISSA FESTIVAS E PROCISSÃO PELO CENTRO HISTÓRICO.
Pe. Gabriel dos Santos Filho
Capelão
Júlio César Soares da Silva.
Irmão Prior
Blog para apresentar, discutir e comentar sobre as diferentes manifestações de preconceito na fala.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Lançamento de livro, exposição fotográfica e seminário sobre a nação angola na Bahia
O quê: Lançamento do Livro A Casa dos Olhos do Tempo que fala da Nação Angolão Paquetan
Quando: 19 de outubro das 19 às 22 horas
Local: Museu Carlos Pinto, Av. 7 de setembro 2490- Vitória.
Telefone: 3336-6081
Apresentação dos Cantos Sagrados da Nação Angolão Paquetan e da Orquestra de Berimbau do Grupo Nzinga
O quê? Exposição: O Terreiro de Mutalambô ye Kaiongo
Quando: De 20 de outubro a 20 de novembro, de segunda a sábado (exceto terça-feira, domingos e feriados). Das 14h30 às 18 horas
O quê?: Seminário A Nação Angola na Bahia
Quando: 21 de outubro às 19h30
Local: Auditório do Museu Carlos Costa Pinto.
Mais informações:
Aristides Alves: (71) 8868-3596 3247-3596
Tata de Inquice Mutá Imê- (71) 8748-6136
Janja: 9609-0106
Quando: 19 de outubro das 19 às 22 horas
Local: Museu Carlos Pinto, Av. 7 de setembro 2490- Vitória.
Telefone: 3336-6081
Apresentação dos Cantos Sagrados da Nação Angolão Paquetan e da Orquestra de Berimbau do Grupo Nzinga
O quê? Exposição: O Terreiro de Mutalambô ye Kaiongo
Quando: De 20 de outubro a 20 de novembro, de segunda a sábado (exceto terça-feira, domingos e feriados). Das 14h30 às 18 horas
O quê?: Seminário A Nação Angola na Bahia
Quando: 21 de outubro às 19h30
Local: Auditório do Museu Carlos Costa Pinto.
Mais informações:
Aristides Alves: (71) 8868-3596 3247-3596
Tata de Inquice Mutá Imê- (71) 8748-6136
Janja: 9609-0106
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
II SIMPÓSIO DE FILOLOGIA E CULTURA LATINO-AMERICANA
PROLAM E NÚCLEO DE PESQUISAAMÉRICA
II SIMPÓSIO DE FILOLOGIA E CULTURA LATINO-AMERICANA
6, 7 e 8 de dezembro de 2010
Temática e formas de apresentação
Temas da Filologia, da Linguística e da Cultura Latino-Americana, dos inícios aos tempos atuais
Sessões diárias de conferências, de comunicações e de debates por professores e estudantes
Inscrição de trabalhos
Serão aceitas comunicações de professores, pós-graduandos e graduandos relacionadas com a temática acima.
Para a inscrição de comunicação deve ser enviado previamente um resumo do trabalho, com o respectivo título e identificação do autor, para o e-mail thymos@bol.com.br.
Duração da comunicação: 15 minutos
Data-limite para as inscrições: 26 de novembro de 2010
Os trabalhos aceitos e apresentados serão divulgados
Os participantes inscritos e assíduos receberão certificado,
independentemente de apresentarem trabalhos.
Local das apresentações
Anfiteatro de História
Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo, SP - CEP: CEP 05508-900
Inscrição e informações
Prolam - Rua do Anfiteatro , 181, Colmeias, Favo 1 – Cidade Universitária
São Paulo/SP Cep: 05508-900
Telefones/Fax: 3815.0167/ 3091-3587/ 3091-3589
E-mail: prolam@usp.br
Inscrição gratuita
Divulgação do programa final
O programa final estará disponível uma semana antes do evento
Chile resgata mineiros - mais de metade
Chile já resgatou mais de metade dos mineiros
1 hora, 36 minutos atrás
Por Cesar Illiano e Terry Wade
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COPIAPÓ, Chile (Reuters) - Dezoito dos 33 trabalhadores presos na mina San José foram içados com segurança por uma cápsula de resgate nesta quarta-feira, e comemoraram com socos no ar e lágrimas junto com familiares após passarem mais de dois meses debaixo da terra.
Um a um, os mineiros subiram através da apertada cápsula Fênix numa viagem de aproximadamente 15 minutos por 625 metros para recuperarem a liberdade.
A cada mineiro resgatado, cenas de euforia e comemoração tomavam o Acampamento Esperanza, montado no deserto do Atacama, no norte do Chile, para a operação de resgate. As equipes esperam concluir o salvamento dos 33 mineiros nas próximas 36 horas, e possivelmente até antes.
"É um milagre de Deus", resumiu Alberto Ávalos, tio do primeiro mineiro resgatado, que correu para a cápsula de resgate assim que ela chegou à superfície no início da madrugada.
Até o início da tarde, 18 homens já haviam sido libertados na mina de ouro e cobre, graças à metódica operação de resgate preparada nas últimas semanas.
Florencio Ávalos, 31 anos, pai de dois filhos, foi o primeiro a emergir, após 69 dias de isolamento e de uma claustrofóbica ascensão de quase 16 minutos num poço de 622 metros escavado na rocha.
Abraçado e beijado pela mulher, Mónica, e pelo filho Byron, Ávalos parecia muito saudável ao chegar à superfície. Ele recebeu um forte abraço também do presidente Sebastián Piñera, enquanto a multidão gritava "Chi-chi-chi, le-le-le, viva Chile!."
Em seguida subiu Mario Sepúlveda, cujos gritos de felicidade já eram ouvidos saindo do poço, mesmo antes de ele chegar, o que causou risos nos parentes que o esperavam. Ele apareceu com uma sacola amarela, da qual tirou pedaços de pedra que distribuiu como uma espécie de souvenir, inclusive ao presidente.
"Estou muito contente!", gritou Sepúlveda, rindo, socando o ar e abraçando todos os que estavam à sua frente. Mas ele também soube falar a sério. "Estive com Deus e estive com o diabo. Os dois brigaram e Deus venceu", disse ele numa entrevista coletiva posterior, na qual cobrou mudanças abrangentes para garantir a segurança dos trabalhadores.
BARBEADOS
Em seguida saiu Juan Illanes, que chamou de "cruzeiro" o trajeto na Fênix. Todos os mineiros saem da cápsula usando óculos escuros, para proteger os olhos após passarem tantas semanas num ambiente mal iluminado.
Mario Gómez, o mineiro mais velho do grupo, com 63 anos, chegou à superfície respirando com ajuda de uma máscara de oxigênio. Ele precisou de ajuda para deixar a cápsula e imediatamente ajoelhou-se para rezar.
Assim como suas esposas na superfície, que fizeram unhas e cabelo para receber os homens, os mineiros também chegaram arrumados e barbeados.
Eles ficaram retidos nas entranhas úmidas e calorosas da mina por causa de um desabamento ocorrido em 5 de agosto numa galeria num nível superior. Durante 17 dias, acreditou-se que eles estavam mortos, até que uma pequena sonda conseguiu chegar à área onde eles se encontravam, trazendo de volta um bilhete que se tornou famoso: "Estamos bem no refúgio, os 33."
Em um discurso após o resgate do primeiro mineiro, Piñera chamou a atenção para a data do resgate, 13/10/10, cujos números somam 33. Ele pediu que o Chile mantenha o clima de união e otimismo que envolveu o resgate, e lembrou que o país ainda se recupera de um violento terremoto ocorrido em fevereiro.
Nas últimas semanas, o drama da sobrevivência do grupo e a extraordinária operação de resgate atraíram as atenções de todo o mundo.
Desde que foram localizados, os mineiros conseguiam receber suprimentos e se comunicar com o mundo por meio da estreita perfuração da sonda, com cerca de 20 centímetros de diâmetro. Enquanto isso, outros três poços, com menos de 60 centímetros - pouco mais que a largura dos ombros de um adulto - , eram escavados para o resgate. O chamado "Plano B" foi o primeiro a atingir o refúgio.
A última etapa da operação então começou na noite de terça-feira, quando um socorrista desceu na Fênix até a galeria da mina. Ali, foi abraçado pelos 33 mineiros e levou poucos minutos para instalar Ávalos na cápsula e autorizar a subida.
Nos últimos dias, os homens foram submetidos a dieta líquida e exercícios, para perderem peso e facilitarem a ascensão.
ESPERA ANSIOSA
Com um misto de nervosismo e euforia, pais, esposas e filhos dos mineiros acompanharam toda a operação no Acampamento Esperanza, que se formou nas últimas semanas em torno da mina San José, em meio à paisagem árida e rochosa do Atacama.
A cápsula Fênix -- nome da ave mitológica que ressurge das cinzas -- foi especialmente projetada para esse fim. Ela conta com rodas laterais para auxiliar o deslocamento, e está equipada com máscaras de oxigênio, comunicadores, câmeras e escotilhas.
Depois de escavarem o poço, os técnicos ainda tiveram de revestir com aço a parte superior, onde o terreno era mais instável, o que gerava o risco de que alguma pedra se desprendesse, bloqueando a saída.
Os engenheiros dizem que a etapa final da operação ainda contém riscos, mas que a cápsula está se comportando bem no poço. Até agora não há problemas no resgate, que deve durar até quinta-feira.
Cada ascensão leva cerca de 15 minutos. A cápsula anda a cerca de 1 metro por segundo (3,6 quilômetros por hora), a velocidade de uma caminhada normal. Mas ela pode chegar a 3 metros por segundo caso o mineiro que está sendo transportado tenha algum problema.
Após serem retirados, os mineiros devem passar dois dias em observação num hospital da vizinha Copiapó. Os médicos dizem que alguns dos homens estão psicologicamente abalados e podem enfrentar consequências do estresse durante muito tempo.
Depois do acidente, o governo chileno determinou uma reformulação total das regras de segurança no setor minerador, uma das principais atividades econômicas do Chile.

(Reportagem adicional de Antonio de la Jara, Fabian Cambero, Brad Haynes e Hugh Bronstein em Santiago e Juana Casas em Copiapó)
1 hora, 36 minutos atrás
Por Cesar Illiano e Terry Wade
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COPIAPÓ, Chile (Reuters) - Dezoito dos 33 trabalhadores presos na mina San José foram içados com segurança por uma cápsula de resgate nesta quarta-feira, e comemoraram com socos no ar e lágrimas junto com familiares após passarem mais de dois meses debaixo da terra.
Um a um, os mineiros subiram através da apertada cápsula Fênix numa viagem de aproximadamente 15 minutos por 625 metros para recuperarem a liberdade.
A cada mineiro resgatado, cenas de euforia e comemoração tomavam o Acampamento Esperanza, montado no deserto do Atacama, no norte do Chile, para a operação de resgate. As equipes esperam concluir o salvamento dos 33 mineiros nas próximas 36 horas, e possivelmente até antes.
"É um milagre de Deus", resumiu Alberto Ávalos, tio do primeiro mineiro resgatado, que correu para a cápsula de resgate assim que ela chegou à superfície no início da madrugada.
Até o início da tarde, 18 homens já haviam sido libertados na mina de ouro e cobre, graças à metódica operação de resgate preparada nas últimas semanas.
Florencio Ávalos, 31 anos, pai de dois filhos, foi o primeiro a emergir, após 69 dias de isolamento e de uma claustrofóbica ascensão de quase 16 minutos num poço de 622 metros escavado na rocha.
Abraçado e beijado pela mulher, Mónica, e pelo filho Byron, Ávalos parecia muito saudável ao chegar à superfície. Ele recebeu um forte abraço também do presidente Sebastián Piñera, enquanto a multidão gritava "Chi-chi-chi, le-le-le, viva Chile!."
Em seguida subiu Mario Sepúlveda, cujos gritos de felicidade já eram ouvidos saindo do poço, mesmo antes de ele chegar, o que causou risos nos parentes que o esperavam. Ele apareceu com uma sacola amarela, da qual tirou pedaços de pedra que distribuiu como uma espécie de souvenir, inclusive ao presidente.
"Estou muito contente!", gritou Sepúlveda, rindo, socando o ar e abraçando todos os que estavam à sua frente. Mas ele também soube falar a sério. "Estive com Deus e estive com o diabo. Os dois brigaram e Deus venceu", disse ele numa entrevista coletiva posterior, na qual cobrou mudanças abrangentes para garantir a segurança dos trabalhadores.
BARBEADOS
Em seguida saiu Juan Illanes, que chamou de "cruzeiro" o trajeto na Fênix. Todos os mineiros saem da cápsula usando óculos escuros, para proteger os olhos após passarem tantas semanas num ambiente mal iluminado.
Mario Gómez, o mineiro mais velho do grupo, com 63 anos, chegou à superfície respirando com ajuda de uma máscara de oxigênio. Ele precisou de ajuda para deixar a cápsula e imediatamente ajoelhou-se para rezar.
Assim como suas esposas na superfície, que fizeram unhas e cabelo para receber os homens, os mineiros também chegaram arrumados e barbeados.
Eles ficaram retidos nas entranhas úmidas e calorosas da mina por causa de um desabamento ocorrido em 5 de agosto numa galeria num nível superior. Durante 17 dias, acreditou-se que eles estavam mortos, até que uma pequena sonda conseguiu chegar à área onde eles se encontravam, trazendo de volta um bilhete que se tornou famoso: "Estamos bem no refúgio, os 33."
Em um discurso após o resgate do primeiro mineiro, Piñera chamou a atenção para a data do resgate, 13/10/10, cujos números somam 33. Ele pediu que o Chile mantenha o clima de união e otimismo que envolveu o resgate, e lembrou que o país ainda se recupera de um violento terremoto ocorrido em fevereiro.
Nas últimas semanas, o drama da sobrevivência do grupo e a extraordinária operação de resgate atraíram as atenções de todo o mundo.
Desde que foram localizados, os mineiros conseguiam receber suprimentos e se comunicar com o mundo por meio da estreita perfuração da sonda, com cerca de 20 centímetros de diâmetro. Enquanto isso, outros três poços, com menos de 60 centímetros - pouco mais que a largura dos ombros de um adulto - , eram escavados para o resgate. O chamado "Plano B" foi o primeiro a atingir o refúgio.
A última etapa da operação então começou na noite de terça-feira, quando um socorrista desceu na Fênix até a galeria da mina. Ali, foi abraçado pelos 33 mineiros e levou poucos minutos para instalar Ávalos na cápsula e autorizar a subida.
Nos últimos dias, os homens foram submetidos a dieta líquida e exercícios, para perderem peso e facilitarem a ascensão.
ESPERA ANSIOSA
Com um misto de nervosismo e euforia, pais, esposas e filhos dos mineiros acompanharam toda a operação no Acampamento Esperanza, que se formou nas últimas semanas em torno da mina San José, em meio à paisagem árida e rochosa do Atacama.
A cápsula Fênix -- nome da ave mitológica que ressurge das cinzas -- foi especialmente projetada para esse fim. Ela conta com rodas laterais para auxiliar o deslocamento, e está equipada com máscaras de oxigênio, comunicadores, câmeras e escotilhas.
Depois de escavarem o poço, os técnicos ainda tiveram de revestir com aço a parte superior, onde o terreno era mais instável, o que gerava o risco de que alguma pedra se desprendesse, bloqueando a saída.
Os engenheiros dizem que a etapa final da operação ainda contém riscos, mas que a cápsula está se comportando bem no poço. Até agora não há problemas no resgate, que deve durar até quinta-feira.
Cada ascensão leva cerca de 15 minutos. A cápsula anda a cerca de 1 metro por segundo (3,6 quilômetros por hora), a velocidade de uma caminhada normal. Mas ela pode chegar a 3 metros por segundo caso o mineiro que está sendo transportado tenha algum problema.
Após serem retirados, os mineiros devem passar dois dias em observação num hospital da vizinha Copiapó. Os médicos dizem que alguns dos homens estão psicologicamente abalados e podem enfrentar consequências do estresse durante muito tempo.
Depois do acidente, o governo chileno determinou uma reformulação total das regras de segurança no setor minerador, uma das principais atividades econômicas do Chile.

(Reportagem adicional de Antonio de la Jara, Fabian Cambero, Brad Haynes e Hugh Bronstein em Santiago e Juana Casas em Copiapó)
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
FORO PERMANENTE DE REFLEXÃO SOBRE A AMÉRICA LATINA
FORO PERMANENTE DE REFLEXÃO SOBRE A AMÉRICA LATINA
3º PROGRAMA
Memorial da América Latina e Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo – PROLAM/USP convidam para o terceiro encontro do projeto Foro Permanente de Reflexão sobre a América Latina, que debaterá o tema
Imaginários urbanos na América Latina: símbolos na arte e na praça pública
Nesse debate, dois palestrantes reunirão suas teses de doutorado defendidas no âmbito do PROLAM / USP:
Hélcio Magalhães , gestor de artes gráficas do SESC São Paulo, pesquisou os imaginários urbanos na praça pública e comparou a Praça da Sé com a Praça de Maio, em Buenos Aires.
Mariza Bertoli , ensaísta e crítica de arte, transpõe a produção simbólica contemporânea para a ancestralidade mítica latino-americana expressa na arte.
Coordenação da mesa:
Lisbeth Rebolo - Professora Titular da Universidade de São Paulo e historiadora da arte na América Latina.
Debatedora:
Cremilda Medina – Professora Titular da Universidade de São Paulo e coordenadora acadêmica do Foro Permanente, debaterá o tema no âmbito dos estudos culturais e da comunicação, pesquisa que desenvolve no PROLAM e na Escola de Comunicações e Artes – ECA / USP.
14 de outubro de 2010 (quinta-feira), 19h
Anexo dos Congressistas – CBEAL
Entrada franca
Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
Metrô Barra Funda – São Paulo / SP
Informações:
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Congresso do Grupo de Estudos Literários Latinoamericanos Antonio Candido
CONVOCATORIA
CONGRESO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINARIO:
“PALABRA DE NEGRO”
MEMORIA, REPRESENTACIÓN E IDENTIDAD EN LA LITERATURA SOBRE LO NEGRO ESCRITA EN EL PERÚ Y LATINOAMÉRICA
9, 10 y 11 de noviembre de 2010
La Escuela de Literatura de la Facultad de Humanidades de la Universidad Nacional Federico Villarreal y el Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC), llaman a través de esta convocatoria a la participación en el Congreso Internacional Interdisciplinario: Palabra de negro. Memoria, representación e identidad en la literatura sobre lo negro escrita en el Perú y Latinoamérica. Este evento tendrá lugar en Lima, Perú, los días 9, 10 y 11 de noviembre de 2010.
Gran parte del continente americano está definido por la presencia andina y por una conciencia identitaria nacional mestiza (el cruce entre lo blanco y lo indígena); en este contexto es que el negro se convierte, utilizando un término acuñado por Catherine Walsh (2006), en el último otro; es decir, el personaje que es obligado a ocupar el escalón más bajo en la estructura social, porque ha sido (y es) históricamente, sistemáticamente, invisibilizado y tratado por la sociedad dominante como existencialmente marginal. Sin temor a exagerar, puede decirse que se experimenta en la Academia Latinoamericana (sobre todo en Hispanoamérica) un apreciable descuido en relación al estudio sobre este segmento importantísimo de nuestra cultura continental.
Esta desidia académica es también extensiva a la teoría y crítica literaria latinoamericanas que trabajan sobre el componente negro. Salvo algunas excepciones, a los autores especializados no les ha interesado abordar las obras de los escritores que se ocupan sobre esta temática. Es por eso, que puede afirmarse que la reflexión literaria sobre lo negro es casi inexistente en gran parte de Latinoamérica.
Es en este sentido que se hace necesario estudiar las implicaciones de la presencia de la escritura sobre lo negro en los discursos que definen nuestro continente. Para lograr esto es que invitamos a reflexionar, dialogar y debatir este tema tomando como referencia los siguientes puntos:
TEMARIO
Visibilidad e invisibilidad de la cultura negra en el Perú y América Latina
Etnicidad / Raza e identidad en la literatura negra peruana y latinoamericana
Cultura y tradición oral negra en el Perú y el resto de América Latina
Escrituras de lo negro / sobre lo negro en el Perú y el resto de América Latina
Negritud y Afrorealismo
Subalternidad y poscolonialidad
Estudios de Género
Estudios de performance
Narrativa afrolatinoamericana
Poesía afrolatinoamericana
Teatro afrolatinoamericano
Invenciones del yo negro: crónicas, diarios, memorias, testimonio e historias de vida
PRESENTACIÓN DE LOS TRABAJOS
RESÚMENES
Las propuestas de mesas y ponencias deberán ser enviadas vía correo electrónico hasta el 15 de octubre de 2010. Las propuestas incluirán el título, el resumen (máximo 250 palabras, formato Word), la afiliación institucional del/la ponente y un breve C.V del autor.
PONENCIAS
Las ponencias completas deberán ser enviadas en archivo Word (para la publicación de las memorias) antes del 15 de noviembre de 2010. La extensión de estas no deberá ser mayor de 9 cuartillas a doble espacio, lo que equivale a 2500 palabras y 20 minutos de lectura.
COMISIÓN ORGANIZADORA
Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC)
Dirección de Internet:
http://gellac-unfv.blogspot.com/
http://congresointernacionalpalabradenegro.blogspot.com/
CONSULTAS Y ENVÍOS DE RESÚMENES Y PONENCIAS
Richard Leonardo Loayza rall31@hotmail.com
Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC) gellac@gmail.com
Universidad Nacional Federico Villarreal
Escuela de Lingüística y Literatura
Av. Nicolás de Piérola N° 351. Lima. Perú.
Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC)
Av. 6 de agosto 907 dpto. 313. Jesús María. Lima.
CONGRESO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINARIO:
“PALABRA DE NEGRO”
MEMORIA, REPRESENTACIÓN E IDENTIDAD EN LA LITERATURA SOBRE LO NEGRO ESCRITA EN EL PERÚ Y LATINOAMÉRICA
9, 10 y 11 de noviembre de 2010
La Escuela de Literatura de la Facultad de Humanidades de la Universidad Nacional Federico Villarreal y el Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC), llaman a través de esta convocatoria a la participación en el Congreso Internacional Interdisciplinario: Palabra de negro. Memoria, representación e identidad en la literatura sobre lo negro escrita en el Perú y Latinoamérica. Este evento tendrá lugar en Lima, Perú, los días 9, 10 y 11 de noviembre de 2010.
Gran parte del continente americano está definido por la presencia andina y por una conciencia identitaria nacional mestiza (el cruce entre lo blanco y lo indígena); en este contexto es que el negro se convierte, utilizando un término acuñado por Catherine Walsh (2006), en el último otro; es decir, el personaje que es obligado a ocupar el escalón más bajo en la estructura social, porque ha sido (y es) históricamente, sistemáticamente, invisibilizado y tratado por la sociedad dominante como existencialmente marginal. Sin temor a exagerar, puede decirse que se experimenta en la Academia Latinoamericana (sobre todo en Hispanoamérica) un apreciable descuido en relación al estudio sobre este segmento importantísimo de nuestra cultura continental.
Esta desidia académica es también extensiva a la teoría y crítica literaria latinoamericanas que trabajan sobre el componente negro. Salvo algunas excepciones, a los autores especializados no les ha interesado abordar las obras de los escritores que se ocupan sobre esta temática. Es por eso, que puede afirmarse que la reflexión literaria sobre lo negro es casi inexistente en gran parte de Latinoamérica.
Es en este sentido que se hace necesario estudiar las implicaciones de la presencia de la escritura sobre lo negro en los discursos que definen nuestro continente. Para lograr esto es que invitamos a reflexionar, dialogar y debatir este tema tomando como referencia los siguientes puntos:
TEMARIO
Visibilidad e invisibilidad de la cultura negra en el Perú y América Latina
Etnicidad / Raza e identidad en la literatura negra peruana y latinoamericana
Cultura y tradición oral negra en el Perú y el resto de América Latina
Escrituras de lo negro / sobre lo negro en el Perú y el resto de América Latina
Negritud y Afrorealismo
Subalternidad y poscolonialidad
Estudios de Género
Estudios de performance
Narrativa afrolatinoamericana
Poesía afrolatinoamericana
Teatro afrolatinoamericano
Invenciones del yo negro: crónicas, diarios, memorias, testimonio e historias de vida
PRESENTACIÓN DE LOS TRABAJOS
RESÚMENES
Las propuestas de mesas y ponencias deberán ser enviadas vía correo electrónico hasta el 15 de octubre de 2010. Las propuestas incluirán el título, el resumen (máximo 250 palabras, formato Word), la afiliación institucional del/la ponente y un breve C.V del autor.
PONENCIAS
Las ponencias completas deberán ser enviadas en archivo Word (para la publicación de las memorias) antes del 15 de noviembre de 2010. La extensión de estas no deberá ser mayor de 9 cuartillas a doble espacio, lo que equivale a 2500 palabras y 20 minutos de lectura.
COMISIÓN ORGANIZADORA
Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC)
Dirección de Internet:
http://gellac-unfv.blogspot.com/
http://congresointernacionalpalabradenegro.blogspot.com/
CONSULTAS Y ENVÍOS DE RESÚMENES Y PONENCIAS
Richard Leonardo Loayza rall31@hotmail.com
Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC) gellac@gmail.com
Universidad Nacional Federico Villarreal
Escuela de Lingüística y Literatura
Av. Nicolás de Piérola N° 351. Lima. Perú.
Grupo de Estudios Literarios Latinoamericanos “Antonio Candido” (GELLAC)
Av. 6 de agosto 907 dpto. 313. Jesús María. Lima.
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