quinta-feira, 3 de março de 2011

Dia da Mulher Angolana

Hoje é Dia da Mulher Angolana


Angop

A mulher desempenhou sempre um papel de destaque no processo de libertação do país

Luanda - O dois de Março é dia consagrado à mulher angolana, em reconhecimento ao seu papel desempenhado na luta de resistência do povo angolano contra a ocupação colonial portuguesa.
A efeméride, de particular importância, não só para as mulheres, mas também para os restantes membros da sociedade, deve-se ainda ao reconhecimento por si prestado e que, com coragem, determinação e com o preço das suas vidas, contribuíram para que Angola fosse hoje um país livre e independente.
A mulher angolana desempenhou sempre um papel de destaque no processo de libertação do país, com exemplos representativos dos feitos heróicos da rainha NJinga Mbandi, num passado longínquo, e de Deolinda Rodrigues, Irene Cohen, Engrácia dos Santos, Teresa Afonso, Lucrécia Paím e outras anónimas.
Este ano, as mulheres angolanas são exortadas a transformarem as comemorações da data numa jornada de reflexão, que permita um debate sadio e construtivo, tendo em vista a busca de soluções consensuais para os seus problemas.
Assim, considera-se imprescindível que o Estado continua a apoiar à luta pela erradicação de atitudes que contrastem com a importância do papel social da mulher ou que violem os seus direitos individuais e colectivos, criando condições para a sua protecção.
No caso vertente da República de Angola, e não obstante as conquistas alcançadas, há a consciência de que a mulher angolana continua ainda a enfrentar inúmeros problemas para a sua plena emancipação.

O alto grau de analfabetismo que grassa no seio das mulheres, a desigualdade nas oportunidades de emprego e de ascensão socio-profissional, a persistência da violência no lar, que atinge essencialmente as mulheres e os filhos, são alguns dos muitos problemas para os quais a sociedade civil deverá prestar uma atenção especial.
A data, de relevante importância para o povo angolano, comemora-se num momento em que se consolida a paz, a reconstrução nacional, se começa a dar os primeiros frutos e a sociedade caminha, de forma irreversível, para um maior equilíbrio do género em todos os níveis da estrutura social e do Estado.

A Organização da Mulher Angolana (OMA), criada em 1962 como ala feminina do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), teve uma influência crucial no apoio às forças guerrilheiras dentro e fora de Angola.

Fonte: Agencia Angola press

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Aniversário do Rio a Pé

Celebrando de Madrugada o Aniversário do Rio a Pé 
VOCÊ VAI? No primeiro minuto de primeiro de março, 3ª. Feira – roteiro
iniciando os festejos em honra e comemoração aos 446 anos da nossa Olímpica e Maravilhosa Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e de São Jorge Guerreiro  
promoção/apoio: NeghaRIO  – UERJ
Secretaria Municipal de Cultura
Pela primeira vez, em oito anos de Roteiros, contando com Policiamento e a Guarda Municipal
Encontro: Porta principal da Igreja de Nossa Senhora da Candelária. 
Celebrando de Madrugada  o Aniversário do Rio a Pé 
Encontro: 1 de março de 2011 – terça-feira  – primeiro  minuto da madrugada do dia primeiro  de março,   aniversário  da cidade do  Rio  de  Janeiro  junto  à  Porta Principal  da  Igreja da Candelária.     Grátis e a pé    roteirosgeorio@uol.com.br   (21) 8871 7238   Twitter: @roteirosgeorio         www.roteiros.igeog.uerj.br
 Itinerário: Igreja Nossa Senhora da Candelária, Fonte de Luz e de Fé – Os eventos espirituais e políticos em torno do santuário da Candélária – Praça Pio X - Luminoso Centro Cultural Banco do Brasil – Alfândega/Casa França-Brasil do Rio Joanino – O iluminamento do Centro Cultural dos Correios – Rua Primeiro de Março – O foco de luz distante e permanente do Antigo Senado e da Catedral de Benedito e da Senhora do Rosário – O diálogo do Rio Colonial com a Cidade Maravilhosa – O Varandão do Centro Cultural da Justiça Eleitoral – Rua do Ouvidor, logradouro inicial da iluminação a gás e da energia elétrica no espaço coletivo Carioca, de Machado de Assis e Chiquinha Gonzaga, bem como dos primeiros acordes do Carnaval Carioca, das lutas pelo abolicionismo e a República e das Confeitarias e loja s elegantes – O brilho das estrelas Carmen e Aurora Miranda no sobrado da Travessa do Comércio – O  iluminamento da antiga Catedral da Sé/Igreja do Carmo – De volta à claridade do Convento dos Carmelitas – Paço Imperial e da Luminar Isabel de Bourbon e Bragança – Os refletores sobre Tiradentes e ALERJ – Esplanada do Castelo – O brilho e o requinte dos antigos Ministérios da Fazenda, do MEC e a austeridade do Ministério do Trabalho – Luzia dos Santos e Geográficos olhares – A Academia Brasileira de Letras -  As novas Torres da Esplanada do Castelo – O Universo de extrema luminosidade da Cinelândia e seus Majestosos Prédios – A iluminân cia  do toporreabilitado  Theatro Municipal e da Biblioteca Nacional, o Boêmio Amarelinho, a Câmara dos Vereadores/Palácio Pedro Ernesto, o Centro Cultural da Justiça Federal, o eterno e resplandescente Cine Odeon – Metrô, uma sen tinela luminosa a nos conduzir por lunares e ensolaradas Geografias, Avenida Treze de Maio, Esplanada de Santo Antônio, iluminação mutante da Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro .      (21) 8871 7238  www.roteiros.igeog.uerj.br
Encontro: 1 de março de 2011 – terça-feira – 10 horas da manhã, em frente à Igreja de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, na rua Uruguaiana. Grátis e a pé
Itinerário: Igreja das Irmandades Negras de Rosário e Benedito  (abrigou a Catedral de São Sebastião entre 1737 e 1808), templo no qual a Corte Portuguesa agradeceu a viagem bem sucedida em março de 1808 e, mais tarde, tornou-se sede da Câmara – Rua da Vala/Rua Uruguaiana (metrô do Rio de Janeiro) – Rua do Rosário – Igreja de Santa Cruz dos Militares (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1734 a 1737) – Rua 1º de Março – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, da Aclamação de Dom João VI  e do batizado de Isabel de Bourbon e Bragança (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1808 a 1976) – Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano) – a requalificação da Rua da Quitanda – Rua São José – Largo da Carioca – Esplanada de Santo Antônio – Catedral    Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro (sagrada ao final dos anos setenta) – Visitas às referidas Catedrais de São Sebastião do Rio de Janeiro.  www.roteiros.igeog.uerj.br
Encontro: 1 de março de 2011 – terça-feira – 20 horas, no adro da Catedral Presbiteriana (Praça Tiradentes com Rua da Carioca).  Grátis  e  a      (21)  8871 7238
Itinerário: Iluminados prédios da Catedral Evangélica do Rio de Janeiro e Real Gabinete Português de Leitura  – Centro Cultural Carioca – Igreja Nossa Senhora da Lampadosa e da última missa de Tiradentes em vida –Av. Passos – Território da “Daspu” – Praça Tiradentes dos teatros seculares e dos modernos hotéis – Rua da Constituição – Gomes Freire dos hotéis de alta rotatividade – Lavradio dos antiquários e casas de shows de iluminação mutante – Quarteirão Cultural e do Rio Scenarium – Esplanada de Santo Antonio – Largo Braguinha – Mem de Sá dos sobrados exuberantes,  samba de raiz, marchinhas, mambo, funk, rock, travestis  e mitológica malandragem que não mais existe– Seculares e simbólic os Arcos da Lapa – Rua Joaquim Sil va – Escadaria Selaron – Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa – Sala Cecília Meireles. www.roteiros.igeog.uerj.br (21) 8871 7238 
Encontro: 3 de março de 2011, 5ª. Feira, 9 horas da manhã, na estação do metrô Estácio/ Rio Cidade Nova (em frente à Prefeitura)  www.roteiros.igeog.uerj.br
Itinerário: Metrô Rio - Cidade Nova (os aterros sobre o  mangal de São Diogo, o surgimento da Cidade Nova, o bairro do Mangue e da zona do baixo meretrício, a memória simbólica da prostituição nos logradouros e torres do centro administrativo da Cidade Nova), a monumental Avenida Presidente Vargas, Praça Onze (berço do samba e lugar de diversas manifestações religiosas e culturais dos negros da “Pequena África do Rio de Janeiro”), monumento a Zumbi dos Palmares, Passarela do Samba/ “Sapucaí” /Avenida Darcy Ribeiro (visita),  Terreirão do Samba/palco João da Baiana,  vista para o morro da Favela/Providência,  Escola Tia Ciata,  Igreja de Santana (visita), Casa da Moeda/Arquivo Nacional (visita), Campo de Santana, da Abolição da Escravatura e da Proclamação da República.
Caminhando Entre Luzes no Centro do Rio à Noite
Encontro:  23 de março de  2011 – quarta-feira  – 20 horas  nos degraus da C asa França Brasil.
Itinerário: Luminoso Centro Cultural Banco do Brasil – Alfândega/Casa França-Brasil do Rio Joanino –– Igreja Nossa Senhora da Candelária, Fonte de Luz e de Fé – Oiluminamento do Centro Cultural dos Correios – Rua Primeiro de Março – O foco de luz distante e permanente do Antigo Senado e da Catedral de Benedito e da Senhora do Rosário – O diálogo do Rio Colonial com a Cidade Maravilhosa – O Varandão do Centro Cultural da Justiça Eleitoral – Rua do Ouvidor, logradouro inicial da iluminação a gás e da energia elétrica no espaço coletivo Carioca, de Machado de Assis e Chiquinha Gonzaga, bem como dos primeiros acordes do Carnaval Carioca, das lutas pelo abolicionismo e a República e das Confeitarias e loja s elegantes – O brilho das estr elas Carmen e Aurora Miranda no sobrado da Travessa do Comércio – O iluminamento da antiga Catedral da Sé/Igreja do Carmo – De volta à claridade do Convento dos Carmelitas – Paço Imperial e da Luminar Isabel de Bourbon e Bragança – Os refletores sobre Tiradentes e ALERJ – Esplanada do Castelo – O brilho e o requinte dos antigos Ministérios da Fazenda, do MEC e a austeridade do Ministério do Trabalho – Luzia dos Santos e Geográficos olhares – A Academia Brasileira de Letras -  As novas Torres da Esplanada do Castelo – O Universo de extrema luminosidade da Cinelândia e seus Majestosos Prédios – A iluminância  do toporreabilitado  Theatro Municipal e da Biblioteca Nacional, o Boêmio Amarelinho, a Câmara dos Vereadores/Palácio Pedro Ernesto, o Centro Cultural da Justiça Federal, o eterno e resplandescente Cine Odeon – Metrô, uma sentinela luminosa a nos conduzir por lunares e ensolaradas Geografias.
 (Re)Conhecendo o Centro do Rio a Pé
Encontro: 27 de março de 2011 – domingo – 9 horas e 55 minutos no alto do Morro de São Bento -  Rua Dom Gerardo, 42 5º andar  www.roteiros.igeog.uerj.br   (21) 8871 7238  
Itinerário: Mosteiro de São Bento (assiste-se a cinco minutos da missa com cantos gregorianos), Vista Panorâmica da Praça Mauá, Área Portuária e Baía de Guanabara, Av. Rio Branco, Largo de Santa Rita/ Largo da Sardinha, Rua Teófilo Otoni (e de Lamartine Babo), Av, Presidente Vargas, Igreja Nossa Senhora da Candelária (visita), Centro Cultural Banco do Brasil (intervalo de 15 minutos), Centro Histórico Beira-Mar, Rua Buenos Aires, Beco das Cancelas, Rua do Ouvidor, Travessa do Comércio/ sobrado de Aurora e Carmen Miranda, Praça XV, Paço Imperial e de Isabel de Orleans e Bragança (somente maquete do Centro do Rio e janela da anunciação da assinatura da Lei Áurea), Palácio Tiradentes/ALERJ,  Rua São José, Largo da Carioca, o diálogo do Rio Co lonial com a Cidade Maravilhosa
Roteiros Geográficos do Rio - Projeto da UERJ
NeghaRIO  – UERJ - Secretaria Municipal de Cultura
Projeto de extensão da Universidade do Estado do Rio de Janeiro    - Roteiros a pé e grátis – com tempo chuvoso, roteiros cancelados
(21) 8871 7238  -  grátis
Coordenação:   Prof.  Dr.  João Baptista  Ferreira  de Mello
Bolsistas:  Ruan Rocha,  Ricardo Brenelli,  Renato Carvalho
Mestrandos Colaboradores:  Profs. Ivo Venerotti;    Melissa Anjos e Olga  Maíra  Figueiredo
(integrantes do NeghaRIO  –  IGEOG    UERJ)
NeghaRIO – Núcleo de Estudos sobre Geografia Humanística, Artes e Cidade do Rio de Janeiro
Instituto de Geografia
Apoio Institucional:  SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Com o apoio institucional da
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
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TV GLOBO - ROTEIRO NOTURNO NO CENTRO DO RIO A PÉ - UERJ - JORNAL DA GLOBO
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ROTEIRO DAS LUZES NA CAPA DA UOL, EM 10 DE SETEMBRO DE 2009
O “Roteiro das Luzes”, iniciativa do Departamento de Geografia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), conduz turistas e moradores da cidade para um passeio histórico pela região central. Monumentos, igrejas e prédios históricos estão no passeio gratuito que dura cerca de duas horas. Reportagem: André Naddeo.
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ROTEIRO NOTURNO NO CENTRO DO RIO A PÉ – TV BRASIL
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TV GLOBO - ROTEIRO NOTURNO NO CENTRO DO RIO A PÉ - UERJ - JORNAL DA GLOBO - 19/05/2009
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JORNAL DA GLOBO – REDE GLOBO DE TELEVISÃO 19/05/2009
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NEGRAS GEOGRAFIAS 13.05.2008 TV BRASIL
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JORNAL O GLOBO - 25 DE AGOSTO DE 2009 - Caminhada conta a história da cidade a partir de suas luzes
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TV BRASIL
ROTEIROS GEOGRÁFICOS PREPARA MARATONA 28.02.2007
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JORNAL DO BRASIL - CENTRO BRILHA À NOITE - PROJETO DA UERJ PERCORRE do CENTRO DO RIO
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445 anos de RIO – PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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Matéria realizada pela TV UERJ On-line, da Faculdade de Comunicação Social (FCS), 15 de novembro de 2009. Roteiro “Celebrando os 120 Anos de República – a Ordem e o Progresso na Geografia do Rio”.
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Bandnews:
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RADIO MEC - ROTEIROS NO VIRADÃO CARIOCA
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Rádio MEC - ROTEIROS GEOGRÁFICOS NO VIRADÃO CARIOCA
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http://visaocarioca.com.br/?p=9989 SITE VISÃO CARIOCA 2010
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http://odia.terra.com.br/portal/opiniao/html/2011/1/olga_figueiredo_200_anos_de_historia_135613.html     JORNAL O DIA CEMITÉRIO DOS INGLESES (OLGA FIGUEIREDO - do NeghaRIO - mestranda do Instituto de Geografia - UERJ )

 http://odia.terra.com.br/portal/opiniao/html/2011/1/joao_baptista_ferreira_de_mello_sao_sebastiao_do_rio_de_janeiro_138469.html    Jornal O DiaOnline   e   Jornal O Dia (impresso) 19.01.2011 p. 20 - de João Baptista Ferreira de Mello - coordenador do NeghaRIO e dos Roteiros Geográficos do Rio - IGEOG – UERJ
 http://www.youtube.com/watch?v=vuyWRIvSmCc Roteiro Noturno 25.01.2011 (registrado por um participante)
Rio Best City – honraria conferida pela revista inglesa Wallpaper (fevereiro 2011) ao Rio de Janeiro – melhor cidade do mundo
A Outra Margem do Rio 22.02.2011 de João Baptista Ferreira de Mello – jornal O Dia impresso e online http://odia.terra.com.br/portal/opiniao/html/2011/2/joao_baptista_ferreira_de_mello_a_outra_margem_do_rio_145913.html
 Projeto ROTEIROS GEOGRÁFICOS DO RIO (a pé e grátis)
empenhado em reverenciar  a nossa
OLÍMPICA E MARAVILHOSA CIDADE DE  SÃO  SEBASTIÃO  DO  RIO  DE JANEIRO E DE SÃO JORGE GUERREIRO
Menção Honrosa categoria Educação e Cultura
Prêmio Mobilidade Urbana da FETRANSPOR
### ROTEIROS GEOGRÁFICOS DO RIO
procurando contribuir para a auto-estima do carioca e participando das campanhas
. Conserve  sua cidade limpa. Não jogue nada no chão do nosso lar / lugar, o Rio de São Sebastião. 
. pela realização do certame Miss Universo 2012 no Maracanãzinho. O concurso é assistido por um bilhão de pessoas em todo  Planeta.
. pela mudança do nome da estação do metrô Presidente Vargas para estação São Jorge Guerreiro
Cel. (21) 8871 7238            roteirosgeorio@uol.com.br         
Twitter: @roteirosgeorio          www.roteiros.igeog.uerj.br


--
Equipe Mil Anos de MPB na UERJ

Que país é este?

 
Que país é este?
 
 
 
ABSURDO!!



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> ________________________________________
> Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou
> recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima.
> Trata- se de um Brasil que a gente não conhece.
>
> As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um
> pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um
> relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
>
> Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até
> pessoas com um mínimo de instrução.
>
> Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Pra falar a
> verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem
> razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e
> por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.
>
> Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária
> pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos
> os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro) ou a
> pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.
>
> Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território
> roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%,
> descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se
> cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.
>
> Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus,
> cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva
> indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00
> da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com
> autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam
> incomodados.
>
> Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos,
> europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90%
> dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
>
> Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma
> autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A
> maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a
> maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas
> reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum
> se encontrar por aqui americano tipo nerd com cara de quem não quer nada,
> que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas,
> pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas
> típicas como cupuaçu, açaí. camu-camu etc., medicinais ou componentes
> naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar
> 'royalties' para empresas
> japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da
> Amazônia...
>
> Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: Os
> americanos vão acabar tomando a Amazônia. E em todas elas ouvi a mesma
> resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora
> simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
>
> 'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam
> tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar
> essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando
> determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser
> a mesma coisa'.
>
> A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é
> um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena.
> O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos
> indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande
> base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa
> parceria com o governo colombiano com o pseudo
> objetivo de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota
> de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas
> e aqui tem estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de
> estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou
> japonês, (isso pode causar um incidente diplomático). .. Dizem que tem muito
> colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil
> comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
>
> Pergunto inocentemente às pessoas: porque os americanos querem tanto
> proteger os índios ? A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras
> indígenas além das riquezas animal e vegetal, da abundância de água, são
> extremamente ricas em ouro - encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas
> em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte
> de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO..
>
> Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a
> alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma
> autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.
>
> É, pessoal... saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá
> diminuir de tamanho.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

'Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'

Informação do seu jeito
Instituto Míd…
Conferir o vídeo 'Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'.'

Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'.
Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'.
O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, discutiu com uma moradora de uma área de risco na manhã desta segunda-feira (21). Ele foi ao local...
Link do vídeo:
Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Indígenas Pataxó expõem situação caótica na saúde indígena na Bahia


  24/02/2011 - 14:58 - Informe nº952: Indígenas Pataxó expõem situação caótica na saúde indígena na Bahia
Segundo eles, terras indígenas na região não têm nenhum posto de saúde ou atendimento médico. O grupo exige atuação urgente da Sesai

Por Maíra Heinen
Assessoria de Comunicação -  Cimi

Crianças morrendo por verminoses, idosos por hipertensão, grávidas perdendo seus bebês ou morrendo em trabalho de parto. Situações como estas foram relatadas pelos pataxó, ontem (23), durante reunião com o secretário Nacional de Saúde Indígena, Antônio Alves, no Ministério da Saúde, em Brasília. A comissão de lideranças indígenas do sul da Bahia veio exigir que o quadro de atendimento à saúde indígena mude o mais rápido possível na região. As consequências do mau atendimento são arrasadoras.

Antônio Alves iniciou a audiência apresentando o quadro situacional que pegou ao se tornar secretário em outubro do ano passado. Segundo ele, a transição do atendimento à saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) acontece até abril e até lá, a Fundação ainda tem obrigações a cumprir para com os indígenas, até pela falta de orçamento da Secretaria neste início de ano. Porém, de acordo com Alves, isso não vem acontecendo. 

Ele ressaltou que o quadro de saúde em áreas indígenas em todo o Brasil é caótico e dramático e que a Funasa, ao invés de ajudar, vem fomentando movimentos contra a nova Secretaria. “Há aldeias que não recebem visitas de equipes de saúde há vários meses, servidores contratados precariamente, sem garantia de continuidade do serviço; faltam médicos, o saneamento está sucateado”. Ele lembrou também as condições dos indígenas Xavante e dos que vivem no Vale do Javari, que estão morrendo por falta de assistência e por precariedade em estruturas de saneamento básico. Para a Bahia, o secretário afirmou que deve construir um plano de intervenção, pois sabe que a falta de ações efetivas e indefinições no governo afetam muito mais os povos indígenas.

Realidades cruéis

Várias lideranças fizeram relatos de suas realidades, citando perdas de parentes por falta de carros e de atendimentos de urgência. Aruã Pataxó lembrou que nenhuma terra indígena no Sul da Bahia tem atendimento médico ou posto de saúde. Também informou que dos 16 carros destinados a atendimento, 14 estavam quebrados e os dois que sobraram são para atender cerca de 15 mil índios. “Queremos que o senhor dê encaminhamento às ações de saúde o mais urgente possível. O senhor explicou o quadro caótico, mas nós na base é que sentimos na pele as consequências. A doença não espera que o medicamento chegue ou que o governo tome decisões”, afirmou o cacique.

Na maioria dos depoimentos indígenas, falou-se na exoneração do responsável pelo Dsei da Bahia, Jorge Araújo. “Isso já foi muito discutido. Nós não queremos esse homem no Dsei, porque ele porque ele não faz uma boa gestão”, disse Aruã. Valmir Pataxó, que é conselheiro local de saúde, também pediu a saída do superintendente. "A Sesai precisa tomar providências urgentes. Até quando vamos esperar?".

Aratikum Pataxó afirmou que o governo só não toma providências porque seus integrantes têm, juntamente com suas famílias, atendimento diferenciado na saúde. “Se algum governante passasse 24 horas numa aldeia ia perceber o que a gente passa. O Brasil está se desenvolvendo apenas para alguns: é avançado para grandes empresários e políticos, mas nós não passamos de pobres, miseráveis!”, ressaltou.

Muitos indígenas lembraram que são 511 anos de história vergonhosa e que a história vem se repetindo em pleno século XXI. “Será que o diretor da Funasa teria coragem de tomar a água contaminada que a gente bebe?” questionou Aratikum. “Nós queremos uma mudança real na saúde, pois o governo não criou a secretaria só para criar cargos, mas para apresentar serviços de qualidade”, finalizou.

Encaminhamentos

Muitas ações que deverão ser tomadas ainda dependem do decreto de orçamento da União, que deve ser publicado até o final da próxima semana, como ressaltou o secretário de saúde. O montante para a saúde indígena deverá ser de 640 milhões. Segundo Alves, a partir desta aprovação orçamentária, poderá ser criado o pólo base de Itamaraju, mas até a sexta-feira (25) será definida uma data para que um representante da secretaria vá à Bahia, veja um imóvel na região que possa ser a sede do pólo. A secretaria também deverá mapear a região e definir, juntamente com os indígenas, o melhor local para se construir uma Casa de Saúde Indígena (Casai).

Sobre a falta de veículos, a Sesai explicou que existem oito veículos parados esperando emplacamento no pátio da Funasa, em Salvador. O secretário se prontificou a ligar para o governador da Bahia para liberar os emplacamentos o mais rápido possível. Além dos oito, ainda há quatro veículos para serem entregues ao Dsei da Bahia e também veículos a serem consertados para voltarem a trabalhar, o que deverá acontecer após a liberação do orçamento.

Na reunião foi solicitado que Luzia Pataxó, indígena técnica de enfermagem que acompanhava a reunião, fosse cedida da prefeitura de Porto Seguro (onde é servidora), para a Sesai, a fim de que ajude no atendimento de seus parentes indígenas. Antônio Alves assegurou que o pedido será feito à prefeitura de Porto Seguro ainda nesta quinta-feira.

Outras orientações foram tomadas, como a realização de um seminário sobre a saúde indígena na Bahia (ainda sem data provável), a atuação do projeto de saúde bucal “Brasil Sorridente” nas aldeias da Bahia, campanhas sobre saúde mental e contra o uso de drogas, entre outras.

Ao final da reunião, Antônio Alves afirmou que possivelmente até segunda-feira terá um nome para ser interventor no Dsei da Bahia e que Jorge Araújo deverá sair, se esta é a vontade dos povos indígenas da região.

Depois de quatro horas de reunião, os indígenas saíram satisfeitos e declararam: “Secretário, estamos dando a você um voto de confiança porque temos esperança que a situação pode mudar!”. E a saúde não pode aguardar muito.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

XIII Curso de Difusão Cultural CEA/USP “Introdução aos Estudos de África” (Difusão - com nota - 39h)

XIII Curso de Difusão Cultural CEA/USP “Introdução aos Estudos de África”
(Difusão - com nota - 39h)

PERÍODO: de 16 de março a 15 de junho de 2011, às quartas-feiras, das 19 às 22h
(não haverá aula no dia 20.04)

PÚBLICO-ALVO: Professores de Ensino Fundamental e Médio das Redes Pública e Particular e interessados em geral.
VAGAS: 100 (mínimo de 60 pagantes)
SORTEIO DE BOLSAS
INSCRIÇÃO: COMUNIDADE USP: 23 e 24/02/2011 (pela INTERNET)
INSCRIÇÃO: COMUNIDADE EXTERNA 22 a 24/02/2011 (pessoalmente)

RESULTADO PARA AMBOS: 28/02/2011

PÚBLICO-ALVO PARA O SORTEIO: Comunidade USP e 3ª idade
Sendo: 1 docente, 1 discente, 1 funcionário, 3 para 3ª idade e 2 para OUTROS (ver OBSERVAÇÕES 3, 4 e 5)

OBSERVAÇÃO:

1. O sorteio não garante a vaga, devendo a pessoa contemplada (ou seu representante) comparecer no dia de matrícula.

2. Categoria OUTROS: a inscrição somente no CEA/USP, pessoalmente ou por procuração;

3. Documentos necessários para INSCRIÇÃO: pedido fundamentado; currículo atualizado completo com dados pessoais, etc.; cópia da última declaração de rendimentos; e, assinatura de termo de compromisso (caso seja contemplado);

4. CEA: Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, sala 1087 - das 14 às 19h - 2ª à 6ª feira - tel. 3091-3744 - cea@usp.br).


MATRÍCULA
DATA: 28.2 a 04.03.2011
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA MATRÍCULA:
- apresentar carteirinha USP ou holerite (no caso de comunidade USP e Professores);
- RG (data de expedição) e CPF; - endereço e telefone.
- Categoria OUTROS direto com o CEA/USP (cea@usp.br/3091.3744): pedido fundamentado; currículo atualizado com dados pessoais, etc.; cópia da última declaração de rendimentos; termo de compromisso.

LOCAL: Serviço de Cultura e Extensão Universitária
Prédio da Diretoria e Administração da FFLCH, sala 126
Rua do Lago nº 717 - em frente a Faculdade de Arquitetura - FAU
Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 9 às 11h30 e das 13 às 16h30
Contato: Site: www.sce.fflch.usp.br – e-mail: agenda@usp.br – (11) 3091-4645

OBSERVAÇÕES:
2. Não efetuaremos matrículas fora do prazo estipulado;
3. Não efetuaremos matrícula por telefone e e-mail;
4. As matrículas serão feitas por ordem de chegada;
5. O sorteio para vagas gratuitas não garante a vaga, devendo a pessoa contemplada (ou seu representante) comparecer no dia de matrícula

VALOR

À VISTA CATEGORIA
180,00 Interessados em geral.
162,00 Graduandos e pós-graduandos da FFLCH.
90,00 Professores Ativos da Rede Pública, maiores de 60 anos, monitores bolsistas e estagiários da FFLCH.
Gratuito Docentes e Funcionários da FFLCH.

MATERIAL DIDÁTICO (não incluso): Será informado pelo professor no 1º dia de aula.
OBSERVAÇÃO:
1. O pagamento será mediante boleto bancário impresso no ato da matrícula;
2. Não haverá devolução da taxa após o início do curso;
3. Os descontos serão concedidos mediante solicitação do interessado e comprovação da categoria a que pertence (apresentação da carteirinha USP ou holerite).

PROGRAMA E OBJETIVO

PROGRAMA:

1ª aula (16/03) – Prof. Kabengele Munanga
Apresentação do curso / objetivos / conteúdo / metodologia / bibliografia / corpo docente / questões práticas (operacionalização e funcionamento do curso)

2ª aula (23/03/2011)
Prof. Dr. Maurício Waldman
Aspectos da Geografia e da Geopolítica Africana

3ª aula (30/03/2011)
Profª Drª Dilma de Melo Silva
Artes e Sociedades Africanas

4ª aula (06/04/2011)
Profª Drª Tânia Macedo
Literatura e Sociedades Africanas

5ª aula (13/04/2011)
Profª Drª Margarida Petter
Línguas Africanas / Características gerais / Diversidade e Famílias Lingüísticas

6ª aula (27/04/2011)
Prof. Dr. Ismael Giroto
Uma visão do Mundo Africano

7ª aula (04/05/2011)
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Sociedade, poder e política

8ª aula (11/05/2011)
Prof. Dr. Maurício Waldman
Escravidão e Resistência

9ª aula (18/05/2011)
Prof. Dr. Carlos Subuhana
Ocupação e Situação Colonial

10ª aula (25/05/2011)
Prof. Dr. Carlos Subuhana
Lutas de Libertação

11ª aula (01/06/2011)
Profª Drª Tânia Macedo
Movimentos Culturais e Literários

12ª aula (08/06/2011)
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Independência e Construção da Nação
Problemas da África Contemporânea / Construção da Nacionalidade / Etnicidade /
Origens das Violências e dos Conflitos Políticos

13ª aula (15/06/2011)
Avaliação
Prof. Dr. Kabengele Munanga
Palestra de Encerramento


OBJETIVO: Difusão do conhecimento do Continente Africano por meio da capacitação de professores de ensino fundamental e médio das redes pública e particular e interessados em geral, possibilitando o aprendizado de aspectos da história e da cultura africana que serão transmitidos durante as aulas e apreendidos pelos alunos, o que possibilitará discussões mais aprofundadas sobre a temática e a (re)construção da história de África.

OUTRAS INFORMAÇÕES
COORDENAÇÃO: Prof. Dr. Kabengele Munanga, da FFLCH/USP.
VICE-COORDENAÇÃO: Prof. Dr. Carlos Moreira Henriques Serrano, da FFLCH/USP.
PROMOÇÃO: Centro de Estudos Africanos, da FFLCH/USP.

CERTIFICADO: Para fazer jus ao certificado de extensão o aluno precisa alcançar o mínimo de 85% de presença e nota 5,0.

LOCAL DO CURSO: Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - sala a confirmar.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

MANIFESTO PELOS DIREITOS DAS MULHERES INDIGENAS BRASILEIRA


MANIFESTO PELOS DIREITOS DAS MULHERES INDIGENAS BRASILEIRAS

 
 
Nós Mulheres Indígenas, Lutamos pela efetivação de construção as políticas públicas voltadas às mulheres indígenas, na demarcação das terras, na educação diferenciada, na saúde de qualidade para a mulher e a criança indígena, Entendemos que devemos ser incluídas nos espaços públicos do qual estamos excluídas há muitos séculos. Acreditamos sermos as verdadeiras agentes de transformação, contribuindo assim para a construção de um mundo mais justo e fraterno. Pela valorização das mulheres indígenas, elencamos 13 diretrizes para contribuir com o novo governo para a realização das ações afirmativas. 13 DIRETRIZES DA MULHER INDÍGENA - EMPODERAMENTO, AUTONOMIA, PROTAGONISMO, EQÜIDADE DE GENERO 1 – Criação da SUBSECRETARIA DA MULHER INDÍGENA no Governo Federal e nomear uma MULHER INDIGENA para essa FUNÇÃO, com AUTONOMIA FINANCEIRA, para desenvolver projetos sociais para os POVOS INDÍGENAS 2 – Assegurar maior REPRESENTAÇÃO da MULHER INDÍGENA no Governo, com a inclusão efetiva da mulher em instancias de poder, como nos Conselhos Consultivos, Ministérios e Secretarias. 3 – Assegurar a PARTICIPAÇÃO da MULHER INDÍGENA nos processos de decisões que afetem seus interesses e demandas. 4 – Garantir 30% de VAGAS à mulher indígena nas FUNÇÕES E CONCURSOS PÚBLICOS. 5 – Criar o PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL da MULHER e da CRIANÇA INDIGENA 6 – Garantir saúde de qualidade com a criação do “PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAUDE da mulher e da criança indígena”. 7 – Demarcação e apoio à GESTÃO TERRITORIAL, POLÍTICA E ECONÔMICA das TERRAS INDIGENAS. 8 – Planejamento, Desenvolvimento e implementação de PROJETOS ESPECÍFICOS E AUTO-SUSTENTÁVEIS para a mulher indígena. 9 – ERRADICAÇÃO do ANALFABETISMO e inclusão de PROGRAMAS EDUCACIONAIS, bem como acesso efetivo à EDUCAÇAO SUPERIOR e CULTURAIS para as MULHERES INDIGENAS. 10 - POLITICAS PÚBLICAS EFETIVAS voltadas para as Mulheres Indígenas, como a QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, CURSOS DE INFORMÁTICA NAS ESCOLAS INDIGENAS. Amplo acesso às UNIVERSIDADES. 11 – Criação de PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL para a inserção no MERCADO DE TRABALHO COMO PROFISSIONAIS, GERAÇÃO DE RENDA E EMPREGO para as Mulheres Indígenas. 12 - Criação de PROJETOS DE ESPORTE E LAZER nas Comunidades Indígenas para o combate a todo tipo de violência contra a mulher e criança indígena. 13 – Fortalecimentos e estimulo à palavra da Mulher Indígena como fator relevante sobre as questões familiares, comunitárias e culturais da sociedade nacional. “a palavra da mulher é sagrada como a terra” (palavras de um sábio líder indígena) CONAMI - Conselho Nacional de Mulheres Indígenas - Articulação, Promoção, Apoio e Defesa O Conselho Nacional de Mulheres Indígenas - CONAMI, criado em 23 de setembro de 1995, é uma entidade da sociedade civil, atua com equipes itinerantes nas diversas comunidades indígenas, lutando pelo protagonismo, autonomia e pela eqüidade de gênero, com acesso de oportunidades. Missão: Articular, defender, promover e apoiar a luta pelos direitos das mulheres indígenas, instrumentalizando-as no conhecimento das leis para o enfrentamento da violência, do racismo, discriminação e o preconceito, para que as mulheres sejam respeitadas e valorizadas na sua forma de vida tradicional e cultural, para que atuem em espaços de diálogo junto aos gestores públicos, buscando uma melhoria na qualidade de vida. CONAMI - Conselho Nacional de Mulheres Indígenas: Articulação, Promoção, Apoio e Defesa

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