quinta-feira, 1 de julho de 2010

Parabéns à UFBA

Concerto na Reitoria comemora aniversário da UFBA

A Escola de Música da UFBA (EMUS) promove nesta quinta-feira (1 de julho), às 20h, concerto da Orquestra Sinfônica e do Madrigal da UFBA, apresentando obras duas obras eruditas de John Rutter, "Magnificat" e "Feel the Spirit". Acenísia Azevedo, Lilia Falcão e Vanda Otero participam do concerto como solistas. A apresentação, no Salão Nobre da Reitoria, é parte dos festejos relativos ao Dois de Julho, data em que a UFBA comemora aniversário.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Oficina de cinema

Oficina de montagem é atração do VI Seminário de Cinema
Uma das novidades da sexta edição do Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual (VI SemCine), que acontecerá em Salvador de 26 a 31 de julho, será a Oficina de Montagem Cinematográfica, com as montadoras Susan Korda, norte-americana, e Isabelle Rathery, francesa que já morou no Brasil, onde atuou com alguns do mais importantes cineastas do País. "Imagine isto: você filma perfeitamente uma cena: atores, movimentos de câmera, iluminação e tudo funciona ainda melhor do que você esperava. Mais tarde, durante a edição, você percebe que essa bela cena realmente não se encaixa na dramaturgia. E agora?" ‒ é o que pergunta Susan Korda, que durante a oficina pretende levar cada participante a um passeio para "explorar a magia do processo de edição". Para isso, serão utilizados fragmentos de filmes conhecidos como "Bonnie e Clyde ‒ uma rajada de balas" (1967), de Arthur Penn, e "Tubarão" (1975), de Steven Spielberg. Susan Korda realizou essa mesma oficina no Festival de Berlim deste ano.

O VI SemCine oferece 100 vagas para a oficina, que será desenvolvida no ICBA (Corredor da Vitória), nos dias 29 e 30 de julho, das 9 às 13h. O investimento é de R$50,00 e as inscrições já podem ser feitas através do site www.seminariodecinema.com.br. Mais informações também pelo telefone (71) 3283-7017. Idealizado e comandado pelo cineasta baiano Walter Lima, o SemCine é uma realização da VPC Cinemavídeo e UFBA, com o patrocínio do Ministério da Cultura, Governo do Estado da Bahia (Fazcultura) e Oi Futuro, e copatrocínio do Cinema do Brasil, Apex e da Embasa. A programação completa do seminário está disponível no site www.seminariodecinema.com.br.

Nascida em Paris, França, em 1947, Isabelle Rathery tornou-se uma ativa montadora do cinema brasileiro a partir do fim da década de 80, quando fixou residência no Brasil. Montou "A grande arte" (1991), de Walter Salles, para quem editou também "Central do Brasil" (1998) e "O primeiro dia" (1999), estes dois em colaboração com Felipe Lacerda, e "Abril despedaçado" (2001). Seu primeiro trabalho no Brasil foi para Bruno Barreto, em "Romance da empregada" (1987). Em 1994, fez a montagem de "Lamarca", de Sérgio Rezende, e logo em seguida a de "O Guarani" (1996), de Norma Bengell, "O que é isso, companheiro?" (1996), de Bruno Barreto, "Como nascem os anjos" (1996), de Murilo Salles, e "Guerra de Canudos" (1998), de Sérgio Rezende. Os três últimos filmes que montou no Brasil, antes de regressar para a França, em 2002, foram "O dia da caça" (1999), de Alberto Graça, "Amores possíveis" (2000), de Sandra Werneck, e "Onde a Terra acaba" (2001), de Sérgio Machado. Em 2004, montou "Onde anda você", de Sérgio Rezende, no Brasil, e "Bab'Aziz", de Nacer Khemir, na França.

Susan Korda, por sua vez, é cineasta, escritora, editora de documentários e filmes narrativos nascida em Nova Iorque, onde mora. Também viveu em Viena, na Áustria. Entre 1979 e 1884 estudou no City College of New York/Picker Film Institute. Realizou seu primeiro filme, "Filial Dreams", em 1983. Desde então, tem trabalhado como diretora e editora nos Estados Unidos, Europa e África do Sul, e também ensina na NYU's Tisch School of the Arts e na Internationale Filmschule, em Colônia, Alemanha. Seus trabalhos incluem "The Sweetest Sound" (2002), "Trembling Before G-d" (2001), "One of Us" (1999), "Vienna is Different" (1989), e "For All Mankind" (1989), que foi indicado ao Oscar.

Palestra de professor pernambucano no Salão Nobre da Escola de Belas Artes - UFBa

Docente pernambucano vê uso de arte na formação de professores
O Ciclo de Palestras do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFBA (PPGAV) promove no dia 8 de julho palestra sobre "A arte contemporânea na formação continuada de professores da rede pública de ensino de Pernambuco". O palestrante é o Prof. Sebastião Gomes Pedrosa, docente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O evento está previsto para o Salão Nobre da Escola de Belas Artes, a partir das 15h.

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

MinC abre edital para prêmio de pesquisa em cultura

O Ministério da Cultura publicou na quarta-feira passada, dia 16 de junho, no Diário Oficial da União (Seção 3, págians 8 e 9), o Edital Prêmio de Pesquisa em Cultura - Políticas Públicas de Cultura. Serão premiados até dez trabalhos de estudos e pesquisas acadêmicas de pós-graduação no valor de R$ 10 mil, totalizando um investimento de R$ 100 mil. As inscrições vão até o dia 16 de agosto e o objetivo do edital é premiar estudos e pesquisas acadêmicas de pós-graduação (especialização, MBA, Mestrado Doutorado e Pós-Doutorado) concluídas e defendidas entre 2000 e 2010 e que tenham como tema as políticas públicas de cultura no Brasil em âmbito municipal, estadual e nacional. O resultado esperado com a seleção pública é o fomento à difusão da produção teórica, crítica, reflexiva e à pesquisa sobre cultura de cidadãos brasileiros e/ou estrangeiros, residentes no Brasil há mais de três anos. O edital faz parte do Programa Cultura e Universidade que tem como objetivo fomentar ações e consolidar políticas culturais no âmbito das instituições de ensino superior brasileiras. As inscrições devem ser enviadas por Correio para: Diretoria de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais/CGEC - Secretaria de Políticas Culturais - Ministério da Cultura Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 2º andar - CEP 70068-900 - Brasília/DF. O edital está no link http://www.cultura.gov.br/site/2010/06/16/edital-premio-de-pesquisa-em-cultura-%E2%80%93-politicas-publicas-de-cultura/. Mais informações: (61) 2024-2234, editais@cultura.gov.br; ou com Juliana Lopes pelo email juliana.lopes@culura.gov.br.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A escola mata a criatividade

KEN ROBINSON

"A escola mata a criatividade"

Consultor de governos europeus, o professor inglês diz que o sistema educacional inibe as habilidades pessoais. E que nem todos precisam ir à universidade
Patrícia Diguê

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GURU
Ele elaborou para o ex-primeiro-ministro inglês Tony Blair
relatórios de estratégias sobre criatividade e educação

O mundo se divide em duas categorias de pessoas: aquelas que dividem o mundo em duas categorias e aquelas que não.” Arrancando gargalhadas do público de suas conferências, o especialista em educação e criatividade britânico Ken Robinson, 50 anos, questiona por que a maioria das pessoas passa a vida odiando o que faz, “apenas esperando pelo final de semana”, enquanto outras conseguem descobrir seu “elemento-chave”, termo criado por ele que significa a junção do que se faz bem com o que se ama fazer. Robinson conclama o mundo para uma revolução na educação, criando nas escolas um ambiente propício para que os talentos floresçam. Em sua opinião, aquele que não está preparado para errar jamais fará algo de original.

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"A maioria das pessoas leva a vida sem nenhum prazer no que faz.
Apenas toca a vida, esperando pelo sábado e o domingo"

“O atual sistema educacional mata a criatividade”, afirma. “As escolas estão obcecadas em colocar os alunos na universidade”, diz. Professor emérito da Universidade de Warwick, na Inglaterra, Robinson foi consultor de governos europeus, asiáticos e americano. Na Grã-Bretanha, elaborou para o primeiro-ministro Tony Blair (1997-2007) relatórios de estratégias sobre criatividade, cultura e educação e participou do processo de paz da Irlanda do Norte nos anos 90. Alcançou o grande público com seus livros, que defendem a bandeira do talento e da criatividade. Ele já publicou três best sellers traduzidos para mais de 15 idiomas, mas apenas o terceiro, o recém-lançado “O Elemento-Chave” (Ediouro), está disponível para os brasileiros. Sua popularidade aumentou ainda mais depois que suas conferências foram colocadas no prestigioso site TED, palco de palestras de grandes lideranças mundiais.

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"As crianças vivem em um mundo digitalizado e nossa educação é do século passado.
Falhamos em conectar os estudantes aos seus talentos"
Istoé -

O que significa elemento-chave?
KEN ROBINSON -

É o que uma pessoa faz naturalmente bem, se divertindo e se sentindo confortável. Pode ser qualquer coisa, como tocar guitarra ou ser bom em matemática. Mas encontrar seu elemento-chave não é somente fazer algo muito bem, porque há muitas pessoas que são boas no que fazem. É também amar o que se faz. Se você gosta daquilo que faz bem, efetivamente está em seu elemento. Mas a maioria das pessoas não tem esse sentimento quando pensa no trabalho delas. Elas levam a vida sem nenhum prazer no que fazem. Frequentemente, não estão fazendo a coisa certa – e não sabem qual é a coisa certa. Então apenas tocam a vida, sem nenhum sentido.
Istoé -

Como fazer, então, para identificar o que você gosta realmente de fazer?
KEN ROBINSON -

Uma das formas de perceber se você está em seu elemento é analisar, por exemplo, seu senso de tempo. Se você faz alguma coisa de que gosta, uma hora pode passar em cinco minutos. E o contrário também é verdadeiro. Se você faz alguma coisa de que não gosta, cinco minutos se tornam uma hora e você passa a semana apenas esperando pelo sábado e o domingo. Além disso, se a pessoa faz o que gosta, no fim de semana se sente fisicamente cansado, mas não espiritualmente. Se perguntar por que essas pessoas não fariam outra coisa, não vão nem entender o que você quer dizer, vão dizer que o que elas fazem na vida é o que amam fazer, não se imaginam fazendo outra coisa e não querem mudar.
Istoé -

Mas há algum tipo de passo a passo?
KEN ROBINSON -

A primeira lição é acreditar que todos nós temos talentos naturais e habilidades reais. Mais do que isso, temos o direito de descobrir e explorar isso. É preciso ter fé em nós mesmos. Uma recomendação é a pessoa gastar um tempo consigo mesma, para pensar o que ela realmente gosta de fazer e o que teria prazer de fazer para a vida toda. Depois que descobrir, é preciso estar disposta a arriscar, aproveitar e explorar essas oportunidades e talentos, tentando várias coisas diferentes, se deixando sentir tolo às vezes, sabendo lidar com críticas e enfrentando os próprios medos.
Istoé -

Existe uma idade certa para isso?
KEN ROBINSON -

A pessoa pode descobrir seu talento em qualquer idade. Conheço pessoas que encontraram seu elemento-chave quando já não eram mais jovens. Semanas atrás, por exemplo, estava conversando com uma senhora de 50 anos que disse que achava que era muito tarde para ela, pois sua grande vontade era dançar balé. Eu disse que provavelmente era realmente tarde para ela ser a dançarina principal do Ballet Bolshoi e perguntei qual era o aspecto do balé de que ela gostava, porque se tivesse a ver com ser capaz de mover o corpo com a música, então por que não experimentava outros tipos de dança? Há muitos outros tipos de dança que ela poderia experimentar. Outro exemplo é uma tataravó que conheço que resolveu estudar direito e acabou de terminar o curso. Antes, ela não podia, estava criando uma família.
Istoé -

Garimpar seus talentos e habilidades é uma questão de sorte?
KEN ROBINSON -

Geralmente, quem está em seu elemento diz isso: que teve muita sorte. Mas esses “sortudos” tiveram atitudes diferentes na vida, em comparação aos insatisfeitos. Claro que os primeiros tiveram oportunidades e circunstâncias para tirar proveito, mas ainda assim correram riscos e desejaram tentar algo diferente. Estiveram abertos às oportunidades e enfrentaram a forte oposição de parentes e amigos, que achavam que o que eles faziam não era ­usual. Souberam lidar com as críticas.
Istoé -

As pessoas podem ter mais de um talento?
KEN ROBINSON -

Sim, se elas se sentem igualmente propensas a fazer coisas diferentes, não há regras para isso. Além do que, o elemento-chave pode mudar de tempos em tempos: num momento nos sentimos bons em algo e depois em outra coisa. Isso tudo tem a ver com energia, nossas vidas não passam de energia. Precisamos conectar nossas energias às nossas paixões e fazer coisas que tenham significado e propósito. Isso não é novo, é encontrado fortemente em diversas tradições que respeitam a parte espiritual e a energia.
Istoé -

Por que a maioria das pessoas acha que não tem talento?
KEN ROBINSON -

A principal causa é a educação. Nosso sistema de educação formal tem 200 anos e durante esse tempo falhamos em conectar os estudantes aos seus talentos. A escola mata a criatividade. Fazemos um uso pobre dos nossos talentos. O sistema é obcecado com as habilidades acadêmicas, em levar os alunos para a faculdade. Nem todo mundo precisa ir para a universidade, nem todo mundo precisa ir na mesma época da vida. Conversei com um rapaz que é bombeiro e ele disse que sempre quis ser bombeiro, desde criança, mas não era levado a sério porque costumam achar que todo garoto sonha em ser bombeiro. E ele ouvia de um professor que iria desperdiçar seu talento. Mais tarde, ele salvou a vida deste professor. Ou seja, as comunidades dependem da diversidade de talentos, não de uma só concepção.
Istoé -

O que há de errado com nosso sistema educacional?
KEN ROBINSON -

Somos formados por um sistema educacional fast-food, em que tudo é padronizado, industrializado. Temos de mudar isso para uma educação manufaturada, orgânica. E aprender que o florescimento humano não é um processo linear e mecânico, mas orgânico. A educação precisa ser customizada para diferentes circunstâncias e personalizada. É preciso criar um sistema em que as pessoas busquem suas próprias respostas.
Istoé -

O sr. pode dar algum exemplo concreto?
KEN ROBINSON -

As escolas gastam muito tempo com matemática, por exemplo, mas há muito pouco de arte, que, para mim, é fundamental em nossas vidas. As artes visuais e a dança são expressões dos sentimentos humanos, da nossa cultura, mas nas escolas são deixadas de lado, ou pior, até ignoradas. As escolas são obcecadas com um tipo específico de talento e acabam ignorando os outros. Desde a minha juventude, estive cercado de pessoas que me pareciam extremamente talentosas, divertidas e interessantes, mas que estavam profundamente frustradas e pensavam que não tinham nenhum talento, não acreditavam que poderiam conquistar algum respeito. Ao mesmo tempo, também conheci outras que alcançaram muitas coisas. Sempre achei que a educação era a solução para isso.
Istoé -

Como é possível mudar essa situação?
KEN ROBINSON -

É preciso tornar a educação mais pessoal, em vez de linear. A vida não é linear. Embora isso seja difícil, não há outra alternativa. Se quisermos encorajar as pessoas a pensar, temos que encorajá-las a ser aventureiras e a não ter medo de cometer erros. Ao longo da vida, os indivíduos vão se tornando mais conscientes e constrangidos e ficam com medo de cometer erros, porque passam por situações em que dão respostas erradas, se sentem estúpidos e não gostam deste sentimento. É preciso criar uma atmosfera, tanto na escola quanto no trabalho, em que não há problema em estar errado.
Istoé -

O sr. é a favor de uma grande reforma escolar?
KEN ROBINSON -

Muitos sistemas educacionais pelo mundo estão sendo reformados. Mas reformar é inútil agora. Precisamos de uma revolução na educação, transformá-la em outra coisa. Inovar é difícil porque é preciso lidar com coisas não óbvias, fora do senso comum. As crianças hoje, por exemplo, vivem em um mundo digitalizado, enquanto nossa educação é do século passado. Eu sei que é um trabalho árduo, que implica um grande esforço para ser revertido, mas no mundo inteiro há países que estão tentando consertar isso com seriedade. Os pais também têm seu papel e eles devem começar por dar o exemplo, ou seja, eles próprios aprendendo mais sobre seus talentos.
Istoé -

É possível recuperar a criatividade depois de ser educado dessa forma impessoal?
KEN ROBINSON -

Sim. Primeiro você precisa entender o que é criatividade. As pessoas pensam que ser criativo é fazer coisas especiais e que poucas pessoas são especiais. Ou, então, que pessoas criativas são aquelas com espírito mais livre e um pou­co loucas. Mas para ser criativo basta que você esteja executando qualquer coisa, ninguém é criativo na esfera abstrata. E isso pode ser resgatado em qualquer momento da vida.
Istoé -

Para desenvolver os talentos é imprescindível um mentor?
KEN ROBINSON -

Ter um mentor é sempre útil, alguém que o encoraje e veja talentos que nem mesmo você sabe que tem. Pode ser os pais, um amigo, vizinho, parente. Ter alguém que o encoraje pode fazer toda a diferença.
Istoé -

Como o sr. educou seus filhos?
KEN ROBINSON -

Sempre tentei encorajá-los nas coisas em que eles demonstravam interesse. Minha filha é professora de crianças em Los Angeles e meu filho é ator e agora está tentando se tornar escritor. No final das contas, você não pode viver a vida deles por eles, mas apenas estimulá-los a aproveitar as oportunidades.

sábado, 19 de junho de 2010

Mãe Carmen é homenageada pela UNESCO

A ialorixá do Gantois, Mãe Carmem, recebeu, no último 30, a Medalha dos Cinco Continentes, outorgada pela Unesco. A condecoração foi levada até o Gantois pelo presidente do Conselho Executivo da Unesco e delegado permanente do Benin na instituição, embaixaor Olabiyi Babalola Joseph Yai. A condecoração é dada a instituições que promovem diálogo intercultural, respeitam outros credos e não fazem proselitismo.

Mãe Carmem recebeu também a faixa da Sociedade Secreta Geledé e a Maié Oxum do Gantois, Márcia de Souza, foi condecorada com a Medalha Toussaint Louverture. A comenda que faz uma homenagem ao líder da libertação do Haiti é oferecida a pessoas que desempenham atividades de conscientização e promoção das culturas africanas.

Mãe Carmem está comemorando oito anos no comando do Gantois.
Fonte: Mundo Afro